Willian BocalonDireito Previdenciário WhatsApp
Auxílio-doença · Benefício por incapacidade

Doente e sem conseguir trabalhar? O INSS negou ou cortou seu benefício?

Perícia rápida, alta antes da hora, laudos ignorados… Você não precisa enfrentar isso sozinho. Analisamos seu caso e buscamos o benefício a que você tem direito.

Pós-graduado em Direito Previdenciário Pós-graduado em Direito Médico Atendimento online

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Responda 2 perguntas rápidas e fale direto com o advogado no WhatsApp.

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Você se identifica?

Podemos ajudar se você…

Teve o pedido negado na perícia

Mesmo com atestados e exames mostrando que você não tem condições de trabalhar.

Teve o benefício cortado

Recebeu “alta programada” do INSS, mas continua sem condições de voltar ao trabalho.

Está no “limbo”

O INSS diz que você está apto, mas o médico da empresa diz que não — e você fica sem salário e sem benefício.

Tem uma doença grave ou crônica

Câncer, doenças cardíacas, problemas de coluna, depressão, entre outras — que impedem o trabalho.

Sofreu um acidente

De trabalho ou não, e ficou afastado ou com sequelas que reduziram sua capacidade de trabalho.

Está desempregado e adoeceu

Mesmo sem emprego, você pode manter a qualidade de segurado por um período e ter direito ao benefício.

Benefícios por incapacidade

Qual benefício pode ser o seu?

Dependendo do seu quadro de saúde, o caminho pode ser um destes benefícios — às vezes mais de um ao longo do tempo.

Auxílio-doença (incapacidade temporária)

Para quem está temporariamente incapaz de trabalhar por mais de 15 dias. Pode ser concedido, prorrogado ou restabelecido quando cortado indevidamente.

Aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente)

Para quem não tem condições de voltar ao trabalho nem de ser reabilitado para outra função.

Auxílio-acidente

Indenização mensal para quem ficou com sequela que reduz a capacidade de trabalho — e pode ser recebida junto com o salário. Saiba mais →

BPC / LOAS

Para pessoas com deficiência ou impedimento de longo prazo em situação de baixa renda, mesmo sem contribuição ao INSS.

Quem tem direito

Os requisitos, em linguagem simples

  • Estar incapaz para o trabalho por mais de 15 dias, comprovado por documentos médicos.
  • Ser segurado do INSS — contribuindo ou dentro do “período de graça” após parar de contribuir.
  • Carência de 12 contribuições — dispensada em casos de acidente e de doenças graves previstas em lei.

Ficou em dúvida se cumpre algum requisito? É exatamente isso que analisamos na conversa inicial.

Separe estes documentos

  • Documento de identidade e CPF
  • Carteira de trabalho e/ou extrato do CNIS
  • Atestados e laudos médicos recentes, com CID, data de início e tempo estimado de afastamento
  • Exames, receitas e relatórios de tratamento
  • Carta de indeferimento ou de cessação do INSS
  • Comprovante de residência

Quanto mais completos os documentos médicos, mais forte o seu caso. Orientamos sobre o que pedir ao seu médico.

Seu benefício vai acabar ou já acabou?

Existe prazo para pedir a prorrogação antes do corte e prazo para recorrer depois dele. Não deixe para a última hora.

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Como funciona

Você cuida da saúde. A gente cuida do processo.

Conversa inicial

Pelo WhatsApp, você conta o que aconteceu e envia o que tiver em mãos.

Análise do caso

Avaliamos documentos médicos, contribuições e a decisão do INSS.

Estratégia

Novo pedido, recurso ou ação judicial — explicamos o melhor caminho e as condições.

Acompanhamento

Orientamos você para a perícia e acompanhamos cada etapa até a decisão.

Dr. Willian Bussolotto Bocalon
OAB/RS 138.665
Quem vai cuidar do seu caso

Dr. Willian Bussolotto Bocalon

Pós-graduado em Direito Previdenciário e em Direito Médico e Bioética — uma combinação que ajuda a entender tanto as regras do INSS quanto os documentos médicos que sustentam o seu pedido.

Sei que, por trás de cada pedido de benefício, existe alguém passando por um momento difícil. Por isso, o atendimento é direto com o advogado, com escuta, clareza e cuidado.

Conversar com o Dr. Willian
Dúvidas frequentes

Perguntas sobre auxílio-doença

O INSS negou meu auxílio-doença. O que posso fazer?

É possível fazer um novo pedido com documentos médicos mais completos, apresentar recurso administrativo dentro do prazo ou entrar com ação judicial, onde a perícia é feita por um médico nomeado pelo juiz. A melhor opção depende do seu caso.

Recebi alta, mas ainda não consigo trabalhar. E agora?

Se o benefício ainda não acabou, é possível pedir a prorrogação nos 15 dias anteriores à data de encerramento. Se já foi cortado, há caminhos administrativos e judiciais para buscar o restabelecimento.

O INSS me deu alta e a empresa não me aceita de volta. O que fazer?

Essa situação é conhecida como “limbo previdenciário” e deixa o trabalhador sem salário e sem benefício. Há medidas possíveis tanto em relação ao INSS quanto à empresa — é importante agir rápido.

Estou desempregado. Ainda tenho direito?

Pode ter. Depois de parar de contribuir, você continua segurado por um período (o “período de graça”), que normalmente é de 12 meses e pode ser maior em algumas situações.

Depressão, ansiedade e problemas de coluna dão direito?

O que dá direito ao benefício não é a doença em si, mas a incapacidade para o trabalho que ela causa. Doenças psiquiátricas e ortopédicas estão entre as causas mais comuns de afastamento, desde que bem documentadas.

Preciso ir até o escritório?

Não. O atendimento pode ser feito todo online, o que é ideal para quem está com a saúde fragilizada. Também atendemos presencialmente em Nova Prata e Caxias do Sul, com agendamento.

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Conteúdo informativo. Cada caso depende de análise individual; não há promessa de resultado.

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